HISTÓRIA DA IDEOLOGIA DE GÊNERO

Não existem estudos científicos e técnicos para embasar a defesa do tema, que é completamente ideológico. Conhecendo mais sobre a História de Ideologia de Gênero, poderão comprovar que toda matéria existente é fundamentada em escritores com viés ideológico e político marxista. 

Por Cláudio R. Garcia

O STF (Supremo Tribunal Federal) conta, no mínimo, dez ações que questionam leis municipais que proíbem ideologia de gênero e abordagens nas escolas. Roberto Barroso, que recebeu a ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) 600 já suspendeu em duas ações, provisoriamente, dispositivos de leis municipais.

Vamos entender a o que é a ideologia de gênero:

1884

Em 1884, Friedrich Engels escreveu que “Na história, como primeiro antagonismo é preciso reconhecer o antagonismo entre o homem e a mulher no matrimônio monogâmico, e como principal opressão – opressão da mulher pelo homem”. 

Aí, 135 anos atrás, dava início à propagação do globalismo marxista. Ao fim do manifesto comunista, Karl Marx incitou: “Proletários de todos os países, unam-se” (MARX; ENGELS. 2012,  p. 83). Entenderemos onde as filosofias se complementam.

1919

Alexandra Mikhaylovna Kollontai, chefiou o departamento feminino da secretaria do Comitê Central – Zhenotdel, fundada em 1919; Kollontai assumiu o posto um ano após a criação. Ela promoveu campanhas de uma revolução sexual para emancipar mulheres (gênero feminino), criando-se o amor livre ou amizade erótica, desobrigando homens e mulheres da monogamia do matrimônio. Existiu um decreto de nacionalização da mulher que colocava fim ao casamento, em Saratov.

Já no Zhenotdel (Departamento de Mulheres Trabalhadoras e Mulheres Camponesas do Partido Bolchevique da Rússia Soviética), existiu um comitê intitulado amor livre que tornava as mulheres propriedade do Estado, devendo as mesmas “procriar” para interesse do regime.

Através de Kollontai, outras feministas adeptas ao comunismo promoveram sistemas de creches, refeitórios e lavanderias comunitárias com o discurso de liberdade doméstica. (Samóilova – Balabanoff – Armand: são algumas das feministas apoiadoras do projeto).

1920

Em 1920 é a vez dos bolcheviques, conhecidos integrantes da facção do Partido Social-Democrata Russo, atuarem com a liderança de Lenin – a tradução de bolchevique equivale a maioritário. Com o foco na destruição familiar, o estímulos dos integrantes era destruir a família vista como burguesia, segundo o entendimento dos socialistas as crianças natas dessas famílias seriam crianças oprimidas, bem como as mulheres, ainda  essas famílias eram consideradas como religiosos, ignorantes, egoístas e preconceituosos.

Na concepção dos bolcheviques, o Estado deveria assumir as responsabilidades domésticas proporcionando creches e berçários, refeitórios e lavanderias comunitárias para que as mulheres pudessem exercer as mesmas funções dos homens.

Adeptos do amor livre, planejavam o fim do casamento patriarcal e assim o obstáculo familiar seria erradicado.

Na mesma década, Zlata Ionovna Lilina professora do ensino soviético e integrante do Partido Comunista da Rússia orientou: “Devemos resgatar os infantes da influência nociva da vida familiar. Devemos racionalizá-los. Desde os primeiros dias de sua existência, os pequenos devem ser postos sob a ascendência de escolas comunistas para aprenderem o ABC do comunismo… Obrigar as mães a entregar seus filhos ao Estado soviético – eis nossa tarefa”.

1948

Em 1948, tivemos a Escala de Kinsey, Alfred Charles Kinsey era biólogo e professor, conduziu uma pesquisa que envolvia atividades sexuais, incluindo práticas de pedofilia. Ele incitava a equipe em práticas sexuais para experimentos e observações, assim coletava materiais (que foram apreendidos pela polícia americana). Nas suas entrevistas estavam incluídos nove homens que tiveram experiências sexuais com crianças e que falaram à Kinsey sobre as respostas e reações das crianças.

1949

A 65 anos atrás, mais precisamente em, 1949 Simone de Beauvoir em seu livro “O Segundo Sexo”, dava continuidade ao que Engels iniciou ao complementar que “não se nasce mulher, torna-se”.

Simone, nascida no século XX – período da propagação da ideologia feminista – tornou-se grande crítica e usou de sua filosofia para subverter conceitos tradicionais. É comum encontrar em suas obras frases como: “Porque não contestam as mulheres a soberania do macho?”“De onde vem essa submissão na mulher?” e “Os termos masculino e feminino são usados simetricamente apenas como uma questão de formalidade.”

Beauvoir, era opositora ao modelo tradicional de família, vivendo um romance libertino com Sartre durante toda sua vida e acrescentado em seus ditos que “enquanto a família, o mito da família, e o mito da maternidade, e o instinto maternal, não forem destruídos, as mulheres continuarão sendo oprimidas”.

1950

Daly O’Leary – pesquisadora e especialista em ideologia de gênero, afirma em uma entrevista que “o novo feminismo quer eliminar a família biológica.” O’Leary é autora do livro “Gender Agenda: Redefining Equality”.

A pesquisadora discorre e explica que até 1950 a palavra ‘gender’ era um termo gramatical usada para indicar se a palavra estava no gênero masculino, feminino ou neutro; mas que Dr. Money passou a usá-la, introduzindo o termo para identificar se a pessoa se sente homem ou mulher, dando continuidade da propagação da ideologia de gênero, a qual conceito o termo foi empregado. Money acrescentou “gender identity” é constituída à partir do modelo como a criança é educada, podendo ser distinta da identidade biológica.

1969

No ano de 1969, surgiu Kate Millet com o livro: “Sexual Politics”, onde a autora afirmou que “Não existe diferença entre os sexos no momento do nascimento. A personalidade psicossexual é, portanto, algo apreendido depois do nascimento. Deste modo, a ideia de sexo (gênero) como uma criação social entrou nas teorias feministas. A ideologia do gênero fez com que a prioridade do movimento feminista deixasse de ser a luta política, que discriminava as mulheres, se tornou uma luta para combater ideias que evidenciaram as diferenças entre a mulher e o homem e acentuando o principal papel da mulher na esfera educativo-zeladora.”

Millet, que não tinha conhecimento na área da saúde mental, conceituou, segundo sua percepção, a ideologia de gênero, construindo um material que partiu de um viés filosófico e sem comprobatórias científicas.

1967

Em 1967 o Dr. John Money volta a aparecer, dessa vez ao conduzir o caso dos irmãos gêmeos Reimer. 

Aos sete meses os gêmeos apresentaram dificuldade para urinar, os pais – sob orientação médica – os levaram para o hospital para realizar uma circuncisão (remoção do prepúcio do pênis humano). O que era para ser a solução, deu início a um dos mais trágicos casos da história: os pais receberam a notícia que Bruce teve seu pênis queimado em um, suposto, acidente onde os médicos usaram uma agulha cauterizadora em vez do bisturi – fala-se que a elevação súbita da corrente elétrica teria sido a fonte causadora da queimadura. A operação foi cancelada.

Os pais de Bruce conheceram então o Dr Money; o médico, que teorizava sobre mudança de sexo e ideologia de gênero, encontrou ali o caso perfeito: um bebê lesado e pais desesperados por uma solução.

O dr. deu início ao seu experimento, Bruce passou a ser Brenda quando tinha um ano e cinco meses, quatro meses depois, com um ano e nove meses, no dia 3 de julho de 1967, foi feita a castração de Bruce.

O psicólogo passou a orientar os pais para que jamais contassem a – agora – Brenda os procedimentos tomados, caso quisessem sucesso na “transformação”. Anualmente, os irmãos eram levados a terapia com Money para que fosse avaliado o progresso do caso.

A mãe, Janet, disse que Brenda manifestava traços de menino, tinha uma energia abundante, teimosia, atividade constante, muito rebelde e costumava ser dominante em grupos de meninas. A mãe afirmou que percebia que Brenda não era feliz na condição de menina, que ela era muito masculina e tinha rejeição ao feminino, além de não ter amigos durante a infância tornando-se solitária. As pessoas a ridicularizavam com apelidos pejorativos como “mulher das cavernas”.

Diante tantas observações negativas os pais decidiram encerrar o tratamento com Money, logo após quebraram o sigilo e revelaram a Brenda que, biologicamente, era um menino!

Bruce então deixou de ser Brenda e escolheu transformar-se em David, realizou uma cirurgia de reconstrução do pênis e posteriormente se casou, infelizmente não pôde ter filhos.

Após 30 anos de idade entrou em depressão, separou da esposa, perdeu o emprego, perdeu o irmão em 2002 em decorrência a uma overdose e dois anos depois, em maio de 2004, aos 38 anos David cometeu suicídio disparando um tiro em sua cabeça com uma espingarda! Os pais culpam Money pela morte de ambos.

1970

O caso não colocou fim ao início dado por Engels, em 1970 Shulamith Firestone publicou o livro “The Dialectic of Sex” como uma convocação chamada ‘revolução das classes do gênero’, a ideia era eliminar a classe de gênero uma vez que a classe que ela descreve como submissa (as mulheres) deveriam assumir o controle da reprodução, eliminando assim a diferença dos gêneros – em sua concepção.

Firestone, afirmou que a essência da opressão da mulher é a maternidade e a educação dos filhos: “Assim, libertar as mulheres de sua biologia significaria ameaçar a unidade social, que está organizada em torno da reprodução biológica e da sujeição das mulheres ao seu destino biológico, a família. Nossa segunda exigência surgirá também como uma contestação básica à família, desta vez vista como uma unidade econômica… Com isso atacamos a família numa frente dupla, contestando aquilo em torno de que ela está organizada: a reprodução das espécies pelas mulheres, e sua consequência, a dependência física das mulheres e das crianças. Eliminar estas condições já seria suficiente para destruir a família, que produz a psicologia de poder, contudo, nós a destruiremos ainda mais”. Firestone, planejava a destruição da estrutura familiar.

1980

Surge a teoria queer em 1980, fundada por Judith Butler, admiradora e continuadora de Beauvoir, Foucault e Marx. Ela conclui que “regulação binária da sexualidade suprime a multiplicidade subversiva de uma sexualidade que rompe as hegemonias heterossexual, reprodutiva e médico-jurídica.”

No seu livro “Problemas de Gênero – Feminismo e subversão da identidade”, Butler fala que “a desconstrução da identidade não é a desconstrução da política; ao invés disso, ela estabelece como políticos os próprios termos pelos quais a identidade é articulada. Esse tipo de crítica põe em questão a estrutura fundante em que o feminismo, como política da identidade, vem se articulando.” 

Sua teoria tem o intuito de reafirmar o plano ideológico de décadas passadas, inspirada pela afirmação de Beauvoir, agora a afirmação é que o gênero do indivíduo – em sua orientação – se dá pela construção social formando assim sua identidade de gênero, uma vez que na sua teoria o gênero biológico seria inexistente, podendo o indivíduo desempenhar vários papéis sexuais.

A biologia determina que o sistema XX / XY de determinação do sexo é o sistema de determinação do sexo existente nos humanos.

1990

Até 1990, surgiu um folder da agência INSTRAW, da ONU, intitulado “Gender Concepts”, ou seja, a ideologia de gênero aparece mais uma vez, com ideia de negar a biologia. O termo gender é de raiz ideológica.

1994

Um documento intergovernamental foi apresentado na ONU em 1994, era um conceito de gênero e foi apresentado pela primeira vez na Conferência de População do Cairo, na Assembleia Geral da ONU. O texto  “Platform for Action” dizia: “Em muitos países as diferenças entre realizações e ocupações dos homens e das mulheres continuam não sendo reconhecidas como consequências dos papéis de gênero criados pela sociedade, mas de imutáveis diferenças biológicas”.

Os exames de pré natal pode constatar as significativas diferenças entre XX e XY, há uma preparação biológica.

1998

Agora em 1998 é a vez do Peru divulgar uma nota com o título: “A ideologia de gênero: seus perigos e alcances”. Foi divulgado na Conferência Episcopal.

2004

O Escola Sem Partido nasce em 2004, o objetivo é coibir a doutrinação nas salas de aulas, resguardando o aluno e garantindo um ensino imparcial. Fundada por Miguel Nagib, advogado.

2011

Quando Haddad era o ministro da educação, no ano de 2011, surgiu o Projeto Escola Sem Homofobia, conhecido como Kit Gay, que custou 1,9 milhão de reais e foi engavetado devido a polêmica causada. A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) fez parte da construção do projeto. 

Propondo desconstrução das identidades sexuais, experiências que não atribuem ao sexo do nascimento, apoiando a modificação corporal, afirmando que identidade de gênero possibilita que não é preciso corresponder ao sexo biológico mas seria a condição que se sente, cita uma visão “heteronormativa” – que virou clichê nos Conselhos de psicologia. 

Nos vídeos da campanha é possível encontrar conteúdos mais diretivos, cenas que mostram a mãe preocupada por entrar uma boneca na mochila e o psiquiatra da rádio fiz que o “troca-troca” entre meninos é algo comum da idade, afirma ainda que a ideia de que a criança precisa da referência masculina dentro de casa é um mito, porque, na realidade, a referência masculina e feminina existe no mundo, ela existe em todas as partes, não é necessário que ela exista dentro de casa. Em outro vídeo, o adolescente José Ricardo fica insatisfeito com o sexo biológico e vai para escola vestido de menina, com unhas pintadas de vermelho e reclama por não poder usar o banheiro feminino.

Já em um mais explícito, um garoto está na sua cama se masturbando e vendo mulheres de biquíni, seu pensamento se desvia para um amigo (sexo masculino) e o protagonista compra revistas com conteúdo pornográfico masculino, o menino aparece namorando, beijando e pegando uma camisinha para uma relação sexual.

Adrienne Rich. feminista radical, disse que “se veem solicitados ou forçados a ser heterossexuais”“A “heteronormatividade” é a eleição arbitrária da heterossexualidade como norma de conduta/desejo/afeto.”

2012

O Congresso, pela Comissão de Direitos Humanos e de Educação, promoveu um Seminário LGBT em 2012. Foi discutido que se aprendia na infância sobre papéis de gênero, sexualidade e educação na infância e adolescência.

2016

Ricardo Nunes, vereador pelo PMDB, apareceu em 2016 com o pedido de suspensão da chamada “Semana de Gênero” da escola municipal Amorim Lima em São Paulo. Se tratava de um circuito de palestras sobre “machismo, violência contra mulheres, desigualdade de gêneros, entre outros”. A escola não acatou a suspensão e deu continuidade ao roteiro.

2017

Judith Butler agora vem ao Brasil em 2017 no Sesc Pompeia, promovendo um evento com tema proposto de democracia.

2018

Em 2018 ocorre uma alteração de denominação no CID (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde). O F64 que, até então na versão “10”, no capítulo de referência (F): Transtornos Mentais e Comportamentais referia-se a Transtorno de Identidade de Gênero sofre mudança e passa a ser considerado “Incongruência de Gênero” e, na versão “11”, está alocado na categoria “Saúde Sexual”. Em 1990 o CID realizou uma alteração excluindo o termo homossexualidade da lista de doenças.

Veja a listagem do CID 10:

  • F64 Transtornos de Identidade de Gênero
  • F64.0 Transexualismo
  • F64.1 Travestismo Bivalente
  • F64.2 Transtorno de Identidade Sexual na Infância
  • F64.8 Outros Transtornos da Identidade Sexual
  • F64.9 Transtorno Não Especificado da Identidade Sexual

2018

Até abril de 2018 foram apresentados 91 projetos no Brasil com o tema ideologia de gênero, a informação consta em uma reportagem da revista Gênero e Número.

Das feministas atuais encontramos frases de Linda Gordon que é professora mestrada e doutorada em História da Rússia: “A família nuclear deve ser destruída, e as pessoas devem encontrar formas melhores de viver em sociedade… Seja qual for o seu sentido último, a dissolução das famílias é um processo objetivamente revolucionário. As famílias sustentaram a opressão ao separar as pessoas em unidades pequenas, isoladas e incapazes de se organizar em função de interesses maiores”. E Robin Morgan, jornalista e feminista radical reforça: “Não podemos destruir as desigualdades entre homens e mulheres até que tenhamos destruído a instituição do casamento”.

Vamos compreender mais sobre as personalidades apresentadas.

– Simone de Beauvoir: assinou, junto com filósofos da sua época, uma petição que pedia a abolição da idade de consentimento sexual – na época o limite já era de 15 anos, a ideia era sem limite de idade, Sartre, o companheiro dos triângulos amorosos, assinou o manifesto. (Isso está disponível no jornal Le Mond).

Na mesma época, o grupo pediu a soltura de três presos acusados de pedofilia, eles estavam em julgamento porque exploraram sexualmente rapazes e moças entre 11 e 14  anos. Beauvoir e Sartre tornaram-se membros da Frente de Emancipação dos Pedófilos.

A ex-aluna, Bianca Lamblin, ou naturalmente Bianca Bienenfeld, em seu livro “Mémoires d’une jeune fille dérangée”, escreveu que quando era estudante tinha sido abusada por sua professora Simone De Beauvoir, que estava em seus trinta anos na época. 

 Em 1943, De Beauvoir chegou a ser suspensa do seu trabalho de ensino, devido a uma acusação de que em 1939 ela tinha seduzido a aluna Natalie Sorokine, então com 17 anos. Os pais de Sorokine fizeram acusações formais contra de Beauvoir e, como resultado, ela teve sua licença para lecionar na França revogada permanentemente.

– Dr Moneydesenvolveu terminologias incluindo: papel de gênero, lovemap, também trocou a palavra perversões para parafilias e a palavra preferência sexual por orientação sexual, argumentou que eram descrições menos críticas. Segundo definição própria, afirmou que os papéis de gênero incluía atividades não eróticas e não genitais. Para ele gênero era a aceitação, reconhecimento e atribuição de cunho pessoal e não com base biológica, afirmou ainda que iria além dos somáticos e comportamentais.

Disse que os genes estimulavam as mulheres a voltar aos colchões e a cozinha. Adotou debates sobre cronofilia (fetiche/excitação sexual causada pela diferença entre a idade sexo-erótica e a idade cronológica) e pedofilia, onde afirmava ter diferenças entre pedofilia afetiva e pedofilia sádica, onde pedofilia afetiva era apenas amor, que é causada por um excesso de amor parental que se tornou erótico e não é uma desordem comportamental e citou: “se eu visse o caso de um menino de dez ou onze anos que é intensamente atraído eroticamente por um homem de vinte e poucos anos, se o relacionamento é totalmente mútuo e a ligação é genuinamente totalmente mútua… então eu não chamaria isso patologia de qualquer maneira!”

Money era inspirado por Janet Frame, escritora que tentou suicídio e tornou-se o foco da crítica acadêmica do final dos anos 1970, com abordagens que iam do marxista e do realista social ao feminista e pós – estruturalista.

– Friedrich Engels junto com Karl Marx fundou o chamado socialismo científico ou marxismo. 

– Kinsey obteve financiamento de pesquisa da Fundação Rockefeller, que lhe permitiu continuar a estudar o comportamento sexual humano.

– A maioria dos citados eram filósofos, nascidos de famílias conservadoras judaicas ou cristãs (Simone de Beauvoir, Judith Butler, Michel Foucault, Jean-Paul Sartre);  Alexandra Mikhaylovna Kollontai foi uma líder revolucionária russa e teórica do marxismo e membro do partido bolchevique e militante ativa durante a Revolução Russa de 1917, Shulamith Firestone foi a figura central no desenvolvimento inicial do feminismo radical e Kate Millet foi uma escritora e ativista feminista.

Todos eles tinham algo em comum: Todos eram seguidores de Karl Marx!

Veja os PDF de referência:

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