Manifesto contra pedofilia já reúne assinaturas. Assista o vídeo que deu origem ao manifesto: se tiver estômago

O manifesto foi origem de grande repúdio de psicólogos, professores, pais e etc, após assistirem uma vídeo-palestra do Conselho de Psicologia de Minas Gerais onde o pedófilo foi defendido, o crime relativizado e o sofrimento da vítima completamente ignorado.

Logo nos dez primeiros minutos é possível ver o caminho que toma a palestra.

Assista se tiver estômago:

CLIQUE NO LINK ABAIXO PARA ASSINAR
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSevslAQ6iFwaOd64tfV1U28vTPPhdPcZcaK3XqTqJODpdJMGg/viewform

Veja trechos:

“O ministrante considera, segundo sua própria percepção – como afirma, que o sofrimento psíquico pedófilo é visto como invisível, sem culpas e sentimentos, mas segundo a fenomenologia da pedofilia que ele observa segundo o filósofo Michel Foucault, sempre existiu, pontuando que o Foucault escreveu sobre a Grécia antiga e a prática de pederastia (explicado adiante), argumentando que a moral sexual que rege a noção de certo ou errado e sobre permitido e proibido sobre a sexualidade é regida pela noção de certo ou errado baseada culturalmente, que no caso do Brasil é discutida segundo a moral judaico-cristã.”

“Para Paulo, a utilização da criança como objeto sexual é um fenômeno que sempre existiu (…)”

“Ceccarelli afirma que o pedófilo na verdade estaria investindo em uma tentativa não violenta, diferente do que ele considera o abusador sexual que seria quem é violento com a criança (…)”

“O ministrante simplifica dizendo que pedofilia significa amigo da criança, que o pedófilo tenta chegar na criança, ser um pai perfeito que ama incondicionalmente, que leva para sair, presenteia, agrada, e as vezes fica só no cuidado da criança pura e inocente e ele estaria preso nesse ponto da história revivendo esse trauma de forma construtiva…”

Importante saber: Foucault era um ativista pró-pedofilia:

junto a outros filósofos contemporâneos da época como Simone de Beauvoir e Paulo Sartre.

Michel Foucault defendeu abertamente a pedofilia, afirmando: “Nós teremos uma sociedade de perigos, com, de um lado, aqueles que estão em perigo, e do outro, aqueles que são perigosos (…) A sexualidade se tornará uma ameaça em todas as relações sociais, em todas as relações entre membros de diferentes faixas etárias, em todas as relações entre indivíduos. E a sexualidade não será mais um tipo de comportamento marcado por proibições precisas, mas um tipo de perigo pairante, um tipo de fantasma onipresente, um fantasma que se apresentará entre homens e mulheres, crianças e adultos, e possivelmente entre os próprios adultos.”

Para ele o legislador não justificaria as medidas propostas, tornando a sexualidade dos outros um perigo permanente, onde a sexualidade teria um regime de supervisão com a intervenção de instituições médicas e instituições legais, para ele o “perigoso está aí”, pois a mudança de foco para o indivíduo a legislação tem um apelo ao conhecimento médico, dando direito para os psiquiatras intervirem duas vezes: primeiro dizendo que crianças tem de fato uma sexualidade e em segundo determinando que a sexualidade da criança é um território que o adulto não deve entrar.

 O filósofo ainda ironizou especialistas dizendo: “Pode ser que a criança, com sua própria sexualidade, pode ter desejado aquele adulto, ela pode até ter consentido, ela pode até ter feito os movimentos de aproximação. Nós podemos até concordar que foi ela que seduziu o adulto. Mas nós, especialistas, com nosso conhecimento psicológico, sabemos perfeitamente bem que mesmo a criança sedutora corre um risco – o de ser prejudicada e traumatizada. (…) Consequentemente, a criança precisa ser ‘protegida dos seus próprios desejos’, mesmo quando seus desejos a levam em direção a um adulto”.

Ainda falou sobre a credibilidade de crianças para depor em juízo, que oficialmente é suposto que as crianças têm uma sexualidade que jamais pode ser direcionada a um adulto, e que também se supõe que ela não é capaz de falar por si mesma de modo suficientemente lúcido; ele argumentou dizendo: “Afinal de contas, ouvir a uma criança, ouvir ela falar, ouvir ela explicar quais foram realmente suas relações com alguém, adulto ou não, contanto que alguém ouça com sintonia o bastante, deve permitir que alguém estabeleça mais ou menos o grau de violência – se houve alguma – foi usado e que grau de consentimento foi dado.(…) assumir que uma criança é incapaz de explicar o que aconteceu e que foi incapaz de dar o seu consentimento, são dois abusos intoleráveis, e mesmo inaceitáveis. (…) Pode-se confiar na criança para que diga se estava ou não sujeita à violência”.

Foucault militou contra a separação sexual entre crianças e adultos. As suas ideias em defesa a pedofilia ainda estão no jornal Le Monde e Libération.

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