Gerontologia se torna pauta na Câmara com debate acalorado

O online evento reuniu 3214 visitantes.

Organizado pela CIDOSO (Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa) a audiência com a temática “Gerontologia e sua importância na realidade brasileira” ocorreu nessa quinta-feira, 10/06, e reuniu na bancada de discussões os deputados Tereza Nelma (PSDB) e Dr. Frederico (Patriota), além dos profissionais: Dr. Vicente Faleiros, da SBGG (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia), Drª Karina Gramani Say, fisioterapeuta e docente no curso de gerontologia da UFSCar, Drª Thais Bento, gerontóloga pela USP e docente de gerontologia na mesma faculdade, Henrique Salmazo, docente em gerontologia pela PUC DF, Lucas Pelegrini, gerontólogo e mestre em ciências da saúde e presidente da ABG (Associação Brasileira de Gerontologia), Efraim Rodrigues, diretor institucional da Federação Nacional dos Tecnólogos, Dr. Cristiano Caveião, coordenador do curso tecnólogo em gerontologia da UNINTER, Antônia Rodrigues, tecnóloga em gerontologia e linha de frente da Associação Brasileira de Tecnólogos em Gerontologia, Roselle Bugarin, Coordenadora-Geral de Residências de Saúde da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação, Drª Naira Dutra, docente da UNIFESP e integrante da SBGG.

Em audiência anterior a SBGG se posicionou contra os tecnólogos

A audiência de hoje trouxe a pluralidade

A audiência que foi marcada para discutir a importância da atuação do gerontólogo, seja este tecnólogo, bacharelado ou especialista, se desvio no princípio para uma tentativa da desvalorização e exclusão dos profissionais tecnólogos, fugindo da temática principal.

O que foi devidamente pontuado pela deputada Nelma e pelos profissionais Efraim, Antônia e Cristiano. Caveião explicou com excelência a importância e funcionalidade da profissional gerontológica

Antônia ressaltou a profissão e seu reconhecimento internacional.

Calor e debate acirrado

Diversos questionamentos foram feitos por profissionais no chat, causando grande desequilíbrio emocional por parte de alguns membros da SBGG, além da insistência evidente no desmonte da profissão dos tecnólogos.

Nelma pontuou: “os tecnólogos existem” seguida de complementação de Efraim que reafirmou: “não queremos invadir a atuação do bacharelado (…) o tecnólogo pode ser gerontolista”.

Antônia fechou a discussão com elegância: “nós sabemos que as funções são diferentes, por isso os debates são importantes, nós temos interesse em aprender, de fazer parcerias, cursos, colaborar com o trabalho da gerontologia respeitando o espaço de cada um, com o direito de exercer nossa profissão. Fique claro que os tecnólogos não querem invadir ou igualar ao bacharel.”


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